sexta-feira, Setembro 05, 2014

Fase Negra

Não consegui convidar Júlia para sair. Vi o FB dela e percebi que somos completamente diferentes. O entusiasmo esmoreceu. Só consigo pensar no passado, nas oportunidades perdidas e no falhanço que foi a minha vida. Lucia foi o meu grande amor, foi com ela que eu queria ter ficado. Não consigo deixar de pensar nela, de sonhar com ela. Penso e penso, sem conseguir parar, fico cada vez mais triste e só me apetece chorar...

terça-feira, Agosto 26, 2014

First Date Conversation: 5 Things Research Says You Should Talk About

First date conversation can be awkward. What do you talk about? How can you come across well?
Science has answers.


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domingo, Agosto 17, 2014

Joy Division - New Dawn Fades

Men At Work - Overkill

sexta-feira, Agosto 15, 2014

Echo and the Bunnymen - Lips Like Sugar

Fischer Z - Marliese

quarta-feira, Agosto 13, 2014

A correr de acordo com o plano

A parte boa é que me voltei a apaixonar. A parte má é que isto pode não dar em nada. Mas tenho de tentar, e dessa forma, mesmo que falhe, fico de consciência tranquila.


Voltemos atrás. Lembram-se de Júlia, a colega de trabalho por quem me apaixonei? Pois bem. Era um trabalho temporário e agora terminou. O meu plano era convidá-la para um café quando o trabalho terminasse. Passei noites e noites a pensar como lhe devia perguntar. Ainda me ontem me lamentava de não tê-lo feito logo, quando a apanhei sozinha, porque hoje podia voltar a não ter uma oportunidade. Então, embora tivesse feito de tudo para desviar o meu pensamente disto (ver filmes, séries, ouvir debates de futebol para adormecer), simplesmente não conseguia, e nas últimas noites nem consegui dormir mais de 4 ou 5 horas.


Pois bem... Consegui apanhá-la sozinha, consegui dizer o que tinha alinhavado, e no final convidei-a para um café. Ela deu-me o número e para a semana ligo-lhe e convido-a. E depois logo se vê. Até lá, ando nas nuvens. É bom ter algo bonito em que pensar, para variar, algo que nos deixa com um sorriso no rosto, algo que podemos ir buscar sempre que nos sentimos tristes e desesperançados com a vida.

sexta-feira, Agosto 08, 2014

Paz de Espírito

Por vezes ainda dou por mim a pensar em L. Imagino-a triste e deprimida, e acho que é merecido, só se tem a ela própria para culpar. E pensar que imaginei ficar com esta mulher até ao fim da minha vida... Como seria estar com uma pessoa morta para a vida, afogada em anti-depressivos, sem líbido nem desejo sexual nenhum, e agarrada às aparências e às expectativas pequeno-burguesas da mãe e da família do namorado? Poderia ser muito bom se ambos nos amássemos, mas foi ela quem não quis, foi ela que desistiu. Quanto mais penso nisso melhor me sinto com a minha consciência. Apesar de tudo ainda penso nela, mas já não penso em suplicar, em fazer uma última tentativa. Estou tranquilo, fiquei em paz de espírito com a situação. A questão de lhe ter pedido o dinheiro foi um erro, uma vingança a quente, mas foi já depois do mal estar feito e dela ter acabado comigo, por isso não teve influência nenhuma. Acredito que foi pelo melhor, se alguém nos deixa é porque não nos ama verdadeiramente. Agora só quero conhecer pessoas novas, conhecer uma mulher que eu ame e que me ama na mesma medida, e com quem possa viver um grande amor.

Charles Bukowski - The Escape


domingo, Julho 20, 2014

Males que Vêm por Bem

Voltei-me a apaixonar... Por Júlia, uma colega de trabalho. Não consigo deixar de pensar nela, deito-me feliz e ansioso por voltar a vê-la. Mas, apesar de estar contente e bem-disposto só pelo facto de me ter voltado a apaixonar, algo que não acontecia há décadas e que duvidava que voltasse a acontecer, não tenho grandes esperanças. A única coisa que posso fazer é convidá-la para um café um dia destes e rezar para que aceite. Mas uma mulher daquelas não aparece todos os dias e já deve ter namorado. É lindíssima, inteligente, muito desenrascada e tem um coração do tamanho do mundo. A ver vamos...

Entretanto despachei N., já não podia com ela. Estive a ver o La Femme Infidéle do Chabrol, e já estava a fazer filmes a pensar que o namorado ainda descobre e me faz a folha. Fazia broches divinais, no entanto, há que reconhecê-lo, e mexia-se bem quando ficava por cima (praticamente nem tinha de me mexer).

No sábado passado, no final da noite, acabei por vir para casa de M., uma rapariga lindíssima que tinha conhecido há uns meses. Encontrei-a num bar, encostou-se a mim, deu-me um chocho, e pensei que estava no papo. Chegados a casa dela fomos comer, e eu podia ter avançado, mas só conseguia pensar em Júlia. Teria sido uma foda fácil, com uma rapariga lindíssima por quem há uns meses estava interessadíssimo, mas na minha mente Júlia, Júlia, apenas Júlia o tempo todo. No final tentei beijá-la só para descarga de consciência, mas ela já estava praticamente a dormir e fui para casa sem grandes problemas.

Nos últimos dias comecei a pensar que fui um bocado burro desperdiçar uma oportunidade daquelas, porque até me começou a apetecer foder para desviar um pouco a atenção de Júlia. Vai daí, Francisca, uma enfermeira de outra cidade que tinha conhecido há uns anos mas só recentemente tinha fodido à séria, desafiou-me, e lá aceitei fodê-la ontem. Arrependi-me logo, simplesmente porque não há química e ela não me atrai por ser demasiado magra, apesar de ser uma gaja fixe. Acordei com um vazio enorme, e se foder é este acto mecânico e sem sabor nem sentimento, acho que tão depressa não me meto noutra, mais vale masturbar-me... Ou então avançar em direcção à real thing e tentar as minhas chances com Júlia...