domingo, junho 20, 2010

O amor romântico como um jogo: Shakespeare

Amas-me? Sei que vais dizer «sim», e eu acreditarei na tua palavra. Mas não jures. Júpiter ri-se das juras dos enamorados.
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Romeu e Julieta

Oh! Não jures pela lua, a inconstante lua cujo disco todos os meses varia: tenho medo que o teu amor também se torne igualmente inconstante.
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Romeu e Julieta

Há mais perigo no teu olhar do que em vinte das espadas do teu pai.
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Romeu e Julieta

Infeliz de mim! Que olhos o amor pôs na minha cabeça, tão opostos à verdadeira realidade?
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de Uma noite de Verão

Tu, cego louco, que fizeste tu, Amor, aos meus olhos?
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de Uma noite de Verão

O amor não muda como os dias, mas gravita na sua órbita até ao fim dos tempos.
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de Uma noite de Verão

Asas, e não olhos. Eis o emblema do amor.
William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de Uma noite de Verão

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