domingo, fevereiro 05, 2006

SHINING

O facto de ter os dias completamente trocados com as noites, também não ajuda nada. A acrescentar a isso, junte-se o facto de andar sobre pressão. E para piorar tudo ando a ver filmes antes de dormir, para me ir distraíndo das coisas sérias da vida. Ora ver filmes antes de dormir não provoca própriamente sonhos tranquilos. Que o diga o filme de ontem, o SHINING do Stanley Kubrick. Um filme que ainda nunca tinha visto, e que me deixou pasmado, e bastante assustado também, diga-se. O filme é brilhante. Eu não costumo gostar de filmes de terror, e acho-os até ridículos, mas o Shining prendeu-me do princípio ao fim, e deixou-me preso de curiosidade para investigar depois se havia algum fundamento de veracidade naquela história. Mais do que um simples filme de terror, o Shining parece esconder uma crítica subtil ao genocídio americano cometido sobre os indíos (para mais informação, ver aqui). O hotel representaria pois, no limite, o próprio país. Adormecer depois, é que não foi fácil, apesar de racionalizada a situação e tudo o mais...



Escolhi a foto do sinistro empregado imaginário do bar, por representar aqui precisamente quem me lê, quem me ouve, quem atura os meus devaneios...

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