sexta-feira, julho 17, 2015

Não podemos continuar a adiar a felicidade.

Como é que achas que eu me sinto com a forma como me tratas? Como achas que me senti quando acabaste comigo das inúmeras vezes que o fizeste para estares com outro? Como achas que me sinto a fazer tudo o que fiz até hoje para chegar a ti e no final acabar sempre a falar sozinho no meio deste silêncio mudo e desolador? Como achas que me sinto, depois de fazer tudo o que está ao meu alcance para te contactar, mails, telefonemas, mensagens, quilómetros só para te ver, e não receber nenhuma resposta? Como achas que me sinto, de cada vez que te envio um mail e passo semanas a ir à caixa de correio, sempre na esperança de encontrar uma resposta que nunca chega? Como achas que me sinto quando te imagino a viver com outra pessoa que ocupa o meu lugar junto de ti? Como achas que me sinto quando durante estes quase três anos não me deste um único sinal que me fizesse acreditar que ainda sentes seja o que for por mim? Porque é que me tratas assim? Porque não me respondes? Porque destruíste ambas as nossas vidas? Porque me deixas nesta permanente infelicidade? Estás à espera que eu desista? Estás à espera que eu entre num avião e desapareça para sempre? É isso que queres? É isso que te vai fazer feliz? Acorda Luciana!!! A altura para agir é agora. Estamos a envelhecer e não temos mais nenhuma vida. Responde-me por favor o quanto antes. Esquece as dúvidas. Confia em mim uma vez na vida. Eu sempre confiei em ti.  Percebi que não consigo viver sem ti. Também terás de te render às evidências. Prometo que não te irei desiludir. Acorda! Não podemos continuar a adiar a felicidade. Não podemos ignorar para sempre um sentimento que é mais forte do que tudo o resto e que nunca irá desaparecer. Estou à tua espera. Responde-me!

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