terça-feira, janeiro 06, 2015

Balanço de 2014

Não me apetece fazer um balanço do ano. Mas há, desde logo, duas áreas contrastantes, a vida profissional e a vida amorosa. Vamos às boas notícias primeiro. Finalmente, sinto-me realizado a nível profissional. Deixei um emprego de merda, que no final já detestava, e consegui emprego na área da minha formação, o que representou para mim uma grande realização pessoal. Contudo, isso não me pode deixar satisfeito, por si só, porque a derrota no campo amoroso é abismal. Sou profundamente infeliz. 2014 foi o ano de todos os balanços. Foi o ano em que constatei que desperdicei todas as oportunidades e que só houve verdadeiramente uma mulher que amei relamente e que não consigo tirar da cabeça, L.. Mesmo tendo conhecido outras mulheres, é nela que penso todas as noites antes de adormecer, e é por ela que suspiro. E porquê, quando falo de uma pessoa que não tem o menor sentimento ou consideração por mim e que me abandonou e descartou inúmeras vezes? Gostava que passasse e rapidamente, porque ela nada merece da minha parte. Votou-me ao desprezo. Mas se não consegui tirá-la da cabeça nem esquecer a ligação libidinal que diariamente me faz desejá-la desesperadamente como se fosse o último dia na Terra, que vou fazer?

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