quinta-feira, março 09, 2006

Sonho de ontem

Esta noite dormi doze horas. Sonhei uma vez mais com a minha paixão platónica. Um sonho muito estranho. Ela está permamentemente num edifício antigo, juntamente com os seus amigos, a que eu não tenho acesso e vou circundando. Há montes de actividades a decorrerem cá fora, e eu participo nelas juntamente com outras pessoas. Outras vezes sozinho, vou circundando o edifício em longas caminhadas. Conheço algumas raparigas, e por duas delas até vou desenvolvendo alguma atracção. Tenho aulas com elas, ao que parece, mas o contacto é fortuito, cá fora perde-se e subitamente deixo de vê-las. São giras e interessantes, mas não as volto a procurar. Continuo a circindar a casa. Sei que há uma ponte para ir para onde elas vivem, mas eu volto para trás. Passo pelo edifício, na tentação de dar uma espreitadela ou não, sempre com medo que ela me possa ver a passar. Ela, ou os seus amigos, que reconheço quando passo. Não me atrevo a entrar. Arma-se a puta cá fora a propósito não sei de quê numa qualquer espécie de manifestação subversiva. Eu encontro-me a participar. A minha cabeça, contudo, está naquele edifício ali ao lado, no qual não me atrevo a entrar. Deixo aquilo a meio e vou à procura dela, novamente. Presumo que ela já não está no edifício, mas nem disso pareço ter a certeza. Um amigo meu passa e entra, ao mesmo tempo que sei não poder fazê-lo. Parece que ela sabe de tudo o que sinto por ela, e que não me posso mostrar. Uma enorme sensação de vazio aperta-me durante todo o sonho...

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